quarta-feira, 3 de julho de 2013

Barcelona é campeão do campeonato espanhol

Soa como clichê dizer que o campeão de um torneio de pontos corridos se destaca pela regularidade apresentada durante a competição. Mas essa é a palavra que mais se encaixa ao Barcelona de Tito Vilanova, campeão espanhol em sua primeira temporada como treinador profissional e líder do início ao fim. Em temporada inconstante e com alguns problemas extracampos, a equipe não deu sopa ao azar e capitalizou positivamente os tropeços de Atlético de Madrid e Real Madrid, seus principais rivais durante boa parte da Liga. 

Com um primeiro turno de alto nível, com 18 vitórias e um empate em 19 jogos, os blaugranas puderam atuar com mais tranquilidade na segunda parte, onde a queima de gordura foi permitida. Mais concentrado na parte decisiva da Uefa Champions League, o Barça caiu naturalmente de rendimento, mas nada que assustasse bastante: apenas duas derrotas (Real Sociedad e Real Madrid) em 15 jogos, até o momento. Ainda que não tenha derrotado o Real Madrid nos dois superclássicos, não há do que reclamar da campanha catalã.

Taticamente, Tito Vilanova deixou a desejar. O treinador manteve o 4-3-3 natural da filosofia azulgrená, mas não o utilizou em essência. Sem marcação pressão, poucas infiltrações dos ponteiros e uma recomposição mais lenta em relação ao time de Guardiola, a defesa ficou vulnerável aos contra-ataques. Outro problema foi as jogadas aéreas, sempre um Deus nos acuda ao sistema defensivo. A bem da verdade, o aparecimento repêntino de um câncer na glândula paródita acabou por colocar em xeque seu trabalho. É injusto julgar negativamente Tito Vilanova e esquecer do bom futebol que o Barcelona parecia estar recuperando até sua ida a Nova Iórque para o tratamente de quimioterapia. A vitória contra o Málaga por 1x3 na Andaluzia, com 74% da posse de bola e um tiki-taka ao fino, é a prova disso. Com Jordi Roura, os blaugranas viveram seu pior momento em 2012-2013.

Dos personagens, dois se destacaram: Andrés Iniesta e Lionel Messi. Apesar dos números assustadores do argentino, o espanhol talvez tenha se destacado tanto quanto. Em fevereiro, num momento crucial da temporada, Messi padeceu, enquanto o meio-campista (que atuou durante 60% da temporada aberto à esquerda do ataque) manteve-se bem. Até esse período, a temporada de Iniesta era de outro mundo. Para muitos críticos, foi o melhor ano do jogador de Albacete, que vem mantendo a boa fase desde a Eurocopa, quando foi campeão e melhor jogador. 

Mas o camisa 10 não pode se esquecido. Pichichi da Liga pela segunda vez consecutiva e terceira em sua carreira, Messi alcançou, mais uma vez, registros sobrenaturais. Ele se tornou o primeiro jogador a marcar gols em 19 rodadas consecutivas, o que dá, em outras palavras, um turno inteiro indo às redes. Além disso, marcou pelo menos um gol em todas as equipes da competição (à exceção do Barcelona, óbvio), feito que só Cristiano Ronaldo, na temporada passada, havia conseguido. Com 46 gols em 34 rodadas, La Pulga está a quatro de igualar seu recorde de 50 anotados em 2011-2012.

Com o título, o Barcelona se torna o clube espanhol com o maior número de títulos oficiais (79), dois à frente do Real Madrid, que disputa a final da Copa do Rei na próxima sexta-feira. Esse é o título de número 24 da carreira de Xavi, o jogador espanhol com mais títulos em toda a história. Em campo, no entanto, foi uma temporada atípica do maestro catalão, que já não foi tão dominante no meio-campo quanto nos últimos anos. Ainda que em janeiro e fevereiro tenha tido uma excelente sequência, o camisa seis barcelonista fez sua pior temporada desde 2008.

Agora, a diretoria começa a se planificar visando a próxima temporada. Principalmente pela eliminação acachapante na Uefa Champions League para o Bayern de Munique, com direito a 4x0 na Alemanha e 0x3 na Catalunha, o elenco precisa de uma renovação, sobretudo na retaguarda. Com Piqué inconstante e Puyol dando sinais claros de decadência, é necessário contratar, ao menos, dois zagueiros. Dentre os especulados, o nome de Hummels, do Borussia Dortmund, aparece com mais força, embora o preferido de Tito Vilanova e Andoni Zubizarreta seja o brasileiro Thiago Silva, sonho antigo dos espanhóis. 

No gol, o clube vive um dilema: Víctor Valdés revelou não querer renovar seu contrato, que se encerra em julho de 2014, e o desejo do corpo técnico é contratar um novo arqueiro já na próxima temporada. Ter Stegen, Guaita, Handanovic e De Gea são os que têm o nome ligado a uma possível transferência ao Camp Nou. Nas laterais, Daniel Alves mostrou-se irregular, enquanto Alba se adaptou perfeitamente ao time titular.

Neymar no Barcelona

Neymar é do Barcelona. Uma das novelas mais demoradas do futebol brasileiro chegou ao fim em maio, quando o (ex) craque do Santos confirmou em seu Instagram a ida ao clube catalão na próxima temporada. Os valores ainda não foram oficialmente divulgados, mas é provável que tenha sido algo em torno de 32-35 milhões de euros.

A ida de Neymar ao futebol europeu chega em excelente hora, já que ele estava estagnado e sem nada a fazer no futebol brasileiro. Agora, num time totalmente oposto ao desorganizado e bagunçado taticamente Santos, o brasileiro começará uma nova história em sua carreira. Abaixo, os motivos que mostram por que a escolha pelo Barcelona foi a melhor que Neymar poderia ter feito.

Menos pressão
Apesar da expectativa alta, a torcida do Barcelona não é tão exigente com seus jogadores. O maior exemplo é Alexis Sánchez, contratado em 2011, que nunca mostrou sua versão Udinese no Camp Nou. Nem por causa disso os torcedores deixam de apoiar. E no caso de Neymar, em que haverá todo um tempo para se adaptar a um estilo de futebol novo, a torcida certamente será paciente. Em Madrid, por outro lado, os torcedores costumam pegar no pé. Cristiano Ronaldo só foi ganhar respeito máximo após ser o protagonista do título da Liga 2011-2012. Por suas frequentes fracas apresentações diante do Barcelona, o gajo era criticado por uma parte da torcida.

Questão tática
De acordo com um dossiê que o clube vinha preparando desde 2009, "Neymar é um jogador que irá se encaixar de forma perfeita no lado esquerdo do ataque". Só do brasileiro ter a garantia que, inicialmente, é opção para jogar no setor do campo onde mais gosta de atuar já é uma grande vantagem. No Real Madrid, por exemplo, ele esbarraria na presença de Cristiano Ronaldo pelo lado do campo. Aberto à esquerda do 4-3-3, com Messi se aproximando para tabelar, e Iniesta e Xavi armando atrás, Neymar tem tudo para brilhar.

Ser o parceiro ideal de Messi
Num time onde 80% dos gols são concentrados em um jogador, Neymar chega para "dividir essa responsabilidade", com bem frisou Daniel Alves. Com 138 gols em 228 jogos, o brasileiro é um exímio finalizador. É claro que o cargo de protagonista vai continuar com Messi, mas em situações onde o argentino é anulado pelo esquema adversário (em outras palavras: contra retranca como as do Milan, Chelsea ou Inter) Neymar pode servir para dar liberdade ao camisa dez, até mesmo trocando de posição e aparecendo como falso nove, função que já desempenhou em alguns jogos com Mano Menezes na seleção brasileira.

Local onde brasileiros brilham
Nos últimos anos, os torcedores do Barcelona se acostumaram a ver os brasileiros se destacaram vestindo a camisa azulgrená. Romário, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho ganharam títulos e foram Bola de Ouro. Lá atrás, Evaristo de Macedo virou ídolo da torcida culé. O mais supersticioso acredita que Neymar dará continuidade aos grandes brasileiros que brilharam no clube. Além disso, o Barcelona já está pensando em fazer uma versão em português de seu site oficial.

Filosofia
O Barcelona tem uma filosofia de jogo simples e direta: privilegiar o futebol ofensivo, baseado na troca de passes. Num time que em situação nenhuma vai optar por um esquema defensivo, Neymar vai se sentir em casa. Com o plus de ganhar uma disciplina tática que dificilmente ganharia no futebol brasileiro. Ainda que Pedro cumpra o papel de marcar o lateral adversário no lado direito, Neymar terá que fazer isso em algumas situações para desafogar Alba.

Futebol Espanhol: o que esperar da Real Sociedad na Champions League?

Após muito drama, a Real Sociedad vai jogar a fase preliminar da Uefa Champions League. Um prêmio à equipe que desempenhou um futebol agradável durante toda a temporada e não mudou sua forma de atuar nos momentos turbulentos. Depois de um segundo turno de ouro, os bascos cambalearam na reta final ao empatar com o Granada e um desinteressado Real Madrid no Anoeta e perder para o inócuo Getafe em Madrid, mas contaram com a ajuda do Sevilla (e de Negredo, autor de quatro gols na vitória sevillista ante o Valencia por 4-3) e venceram o Deportivo na Galícia, sepultando os galegos e confirmando a ida à fase preliminar da maior competição de clube da Europa.

A vaga consolida a melhor temporada da Real Sociedad desde 2002-2003, quando o time comandado pelo francês Raynald Denoueix e com Nihat e Kovacevic formando a dupla de ataque terminou a Liga com o vice-campeonato. Além disso, dá continuidade ao bom momento do futebol basco nos últimos anos. Em 2011-2012, a Europa ficou encantada com a temporada do Athletic Bilbao, finalista da Copa do Rei e da Liga Europa. O País Basco forma bons jogadores e agora começa a ver seus principais representantes nas competições europeias.

No entanto, a Real sabe que a tarefa de ir à fase de grupos é um tanto árdua. A realidade é que o time está mais para Sevilla 2010-2012 (aquele que caiu na fase prévia para o Braga) do que para o Málaga 2012-2013, que não só avançou à fase de grupos como só foi parado (e nos minutos finais) para o vice-campeão Borussia Dortmund. Muito porque o Málaga deu continuidade ao projeto mantendo Pellegrini no comando técnico, apesar das vendas Cazorla, Mathijsen e Rondón para sanar as dívidas. A diretoria basca já começou errado deixando Phillipe Montánier, responsável pelo excelente futebol desempenhado pela equipe, voltar ao futebol francês.

Ainda que este que vos escreve já tenha elogiado a atual geração da Real em outras colunas (aliás, fui um dos primeiros a apostar no sucesso desse time, só não esperava que fosse tão cedo), é difícil acreditar na Real fazendo boa campanha em âmbito europeu. Contra Arsenal, Milan, Schalke, Lyon ou Zenit, os possíveis adversários dos blanquiazules de San Sebastian, a Real larga em desvantagem. Pela fraca condição financeira, capturar bons valores no mercado doméstico deve ser algo a ser pensado. Para a próxima temporada, o clube pode estar próximo de fechar com Marc Muniesa, considerado durante muito tempo o "substituto natural de Puyol" no Barcelona. O basco Beñat cairia como uma luva na volância ao lado do ótimo Illaramendi, mas deve estar próximo de um retorno ao Athletic Bilbao.

O grande fruto do sucesso da Real na temporada foi deixar de depender exclusivamente de Xabi Prieto. Com Vela em temporada de ouro, Griezmann retornando à boa fase e Agirretxe comprovando por que é o atacante mais confiável do Anoeta desde Nihat e Kovacevic, o time de Montanier ganhou um leque de opções decisivas. Por mais que Xabi Prieto continue sendo o jogador mais respeitado do elenco, foi de Vela a melhor temporada individual de um jogador da Real Sociedad. Quando Vela ou Griezmann estiveram indisponíveis, Zurutuza e Chory Castro foram boas reposições. Zurutuza, aliás, é subestimado. Na zaga, Iñigo Martínez provou a cada jogo estar deixando para trás o rótulo de promessa. A principal revelação da Liga 2011-2012 é, hoje, realidade. Ele, que sofreu uma grave lesão no menísco em abril de 2012, retornou com saliência.

Na coletiva de despedida, Montannier aproveitou para dizer que uma parte de seu coração estará com a Real na UCL. A diretoria irá pensar no substituto após a Copa das Confederações. E o futuro treinador já sabe que igualar a grande temporada de Montannier será difícil. Ainda que caia na fase prévia da Champions, no entanto, o próximo treinador da Real com certeza terá em mãos um brilhante elenco e jogadores capacitados para ao menos terminar o próximo campeonato espanhol na zona de Liga Europa deixado por Phillipe Montanier, o Josep Guardiola francês.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Um brinde à história

Por Victor Mendes
Terceiro período de Jornalismo

Nadal e Djokovic

Djokovic e Nadal mostraram ao mundo o que o esporte pode ser. Uma aventura de entrega, doação, força de vontade, garra, emoção, dramaticidade, coragem. Não há espaço para omissão, desculpas, fraquezas, covardias. Esses dois homens fizeram com que o tênis, e com ele todos os tenistas, fosse visto de uma maneira distinta e com um respeito ímpar. 

Eles colocaram a integridade do esporte em outro patamar. Poucas vezes na história dois esportistas mostraram o valor do esporte com tanta dignidade, em um palco de tal distinção e, muito importante, para uma plateia tão ampla. Importante – não foi nem a primeira nem a centésima vez que testemunhei tal entrega, mas respaldada por tal exuberância física deu outra dimensão à luta. A partida confirmou algo que já vem provando ser um padrão: a importância do físico e do mental no tênis competitivo. Um dia acreditaram que a técnica era o mais importante no arsenal de um tenista. A parte emocional e mental era considerada algo que o tenista tinha ou não. E o físico algo que o tenista podia, ou não, adquirir. Não mais. Um tenista com um físico ou mental fraco não é um grande tenista. Isso ficará cada vez mais consolidado daqui para frente. Murray está aí para confirmar. 

Ficou provado também que uma bola muda o contexto de toda a partida. Mudou o rumo de um título. Seria imprudente jogar toda essa responsabilidade em uma única bola em uma partida de quase 6hs. Mas me pergunto por quanto tempo Nadal será assombrado por aquela passada de revés na paralela, no 30×15, 4×2, 5º set. Eu, que não tenho nada com isso, me sinto incomodado até agora – até porque tenho certeza do resultado se aquela bola tivesse entrado. No entanto, nada mais sem sentido do que dissecar esta partida atrás de uma falha. Esta é uma partida histórica que será lembrada pelo prisma de todas as qualidades que foram apresentadas, por dois atletas em busca de uma perfeição que faria com que os deuses, acostumados às nossas por vezes ridículas tentativas, tremessem com o que os dois ousaram. Rafael Nadal mostrou que uma das maiores qualidades que um esportista pode ter é a vergonha na cara. Indignado com as seis derrotas seguidas para o adversário, mostrou que não está nem um pouco encolhido, resignado e pronto para abandonar a luta. Ser campeão é um estado de espírito e não só o fato de se levantar o troféu. E nesse quesito El Touro é um homem como poucos foram na história. 

Djokovic não é mais o mesmo jogador da temporada passada quando ganhou tudo. É melhor. Sua habilidade de manter a calma através de todas as tormentas é algo impressionante. Com a cobra fumando para tudo quanto era lado, seu semblante era de quem estava lúcido, mais tranquilo do que seu oponente, um rapaz que transparece a intensidade que o direciona em quadra. Djoko também é super-intenso, mas aprendeu a relaxar. Fora que vem diminuindo as caras e caretas e milongas mil. Seu foco é o tênis e ganhar jogo e não em tentar ganhar mentes e corações como se fosse o Joker e não o Djoko. Aquele serviu para ele ganhar a fama de gozado na internet, este é grande o bastante para que ele fique com o título de campeão, o que fala por si.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Full Tilt anuncia time de embaixadores brasileiros

Por Rodrigo Nogueira
Terceiro período de Jornalismo

Na última quarta-feira, o Full Tilt Poker anunciou os nomes de quatro brasileiros que atuarão como embaixadores do site. 

A equipe foi escolhida a dedo com grandes nomes do poker nacional: Rafael Caiaffa já foi patrocinado pelo site Bestpoker e conquistou um dos melhores resultados brasileiros no Main Event do WSOP, além de vencer uma etapa do BSOP. 

Leonardo “Todasso” Martins já conquistou grandes resultados em sua curta carreira profissional, com um vice-campeonato no LAPT Chile e o título de campeão brasileiro do BSOP em 2012. Larissa Metran é uma das fundadores do time de profissionais online Steal Team e tem em seu currículo três mesas finais do BSOP e diversas vitórias nos torneios online. 

Já Carlos Mavca é um conhecido jogador profissional carioca e autor do livro “Poker: A essência do Texas Hold’em”. Os quatro representarão o Full Tilt principalmente nos torneios do Brazilian Series of Poker (BSOP), mas também marcarão presença em eventos do circuito mundial como o WSOP e outros eventos menores como o Eureka Poker Tour e UK & Ireland Poker Tour (UKIPT).


quarta-feira, 29 de maio de 2013

ITF cai em descrédito ?

Por Hermann Zimmerle
Terceiro período de Jornalismo

Tenista brasileiro, Fernando Romboli foi testado positivo para dois diuréticos, furosemida e hidroclorotiazida, dois mascarantes. Romboli assinou o termo de suspensão voluntária, ou seja, se comprometeu a não jogar nenhum torneio durante a investigação. Depois de oito meses de meio de investigações, a ITF acatou o relatório de defesa apresentado pelo tenista carioca que vive no Guarujá (SP) que alegou que os mesmos foram encontrados por uma contaminação realizada por uma farmácia de manipulação (da cidade de Santos), fato que o livrou de qualquer outro tipo de pena. Falando bem simples. 

Por ter encontrado as substâncias proibidas, a ITF foi obrigada a suspendê-lo, mas pelo tenista ter provado que a ingestão foi acidental e que ele colaborou com a investigação, acabou o inocentando. Dado o caso, fico com uma sensação de algum descrédito da ITF. Qual a lógica de se divulgar um caso de anti-doping justo no dia em que termina a suspensão do jogador ? 

O fato do doping ter sido comprovado já seria passível da divulgação e obviamente o jogador tem todo o direito de se defender e a ITF também de divulgar quando a suspensão terminar assinalando a inocência do tenista. Este tipo de caso só abre margem para dúvidas. 

Será que há outros tenistas em caso semelhante ao de Romboli onde se vai descobrir o somente quando se termine a suspensão ? E será que existem tenistas que são flagrados, assinam a suspensão voluntária e sequer são divulgados ? Não quero citar nomes, mas existem alguns casos estranhos de lesões ou problemas físicos e é muito mais fácil você pegar o peixe pequeno, o tenista 200, 300, 400 do mundo, do que um top. Só lembrando de Andre Agassi que teve caso de doping acobertado pela ATP nos anos 90.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Felipe Mojave e Rodrigo Zidane avançam no 10-Game Mix do WSOP

Por Rodrigo Nogueira
Terceiro período de Jornalismo

Felipe “Mojave” Ramos e Rodrigo “Zidane” Caprioli estão no segundo dia do Evento 50 do WSOP (US$2.500 10-Game Mix 6-Handed), que reúne dez modalidades de poker. Mojave segue com stack de 20.250 fichas, enquanto Zidane tem 9.400. 



Eles estão entre os 146 jogadores restantes de um field total de 372 inscritos. Quem lidera é Howard Smith, com 61.625 fichas. Também avançaram Marcel Luske, Scotty Nguyen, Konstantin Puchkov, Tom McCormick, Shawn Buchanan, Scott Fischman, Freddy Deeb e Dutch Boyd. 

Quem também volta no dia 2 é o inglês Luke “FullFlush” Schwartz, que segundo a listagem oficial do WSOP avançou com uma única ficha. O Evento 50 gerou US$846.300 em premiação, com US$220.061 para o campeão. A faixa de premiação contemplará 42 jogadores.